Para a maioria das organizações de TI, anos de inovação, expansão e aquisições resultaram em infraestruturas difusas que forçam os limites da capacidade de gerenciamento. Embora os sistemas e aplicativos individuais em serviço geralmente sejam bem analisados e implementados com expertise, a franca escala dos investimentos contínuos em TI surge como uma preocupação dominante. Mesmo com o uso disseminado das melhores tecnologias, padrões abertos, fornecedores líderes de mercado e modernas práticas arquitetônicas, como a SOA (arquitetura orientada a serviços), grande parte das empresas está com um número excessivo de plataformas, tecnologias, domínios de expertise e fornecedores para coordenar e administrar.
Em resposta, várias tecnologias e práticas tornaram-se artigos de consumo para grandes empresas – desde virtualização e armazenamento centralizado até a padronização de software e hardware em toda a organização. Recentemente, no entanto, a discussão de técnicas específicas de contenção de despesas deu lugar a um debate mais amplo sobre a transformação da TI de um centro de custos em um centro de lucros. Essa transformação costuma envolver a adoção de uma infraestrutura mais centralizada, automatizada e flexível, comumente conhecida como nuvem privada.
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