A quarta geração da telefonia móvel 4G vai começar a operar no próximo ano, mas os preparativos já começaram. A internet móvel mais rápida vai exigir, pelo menos, o dobro do número de antenas utilizadas hoje pela tecnologia 3G. Será preciso modernizar 60% das linhas de transmissão do país, uma vez que o 3G pode usar o cabo da 2G, mas o 4G não, pois demanda mais capacidade. Ou seja, o investimento das teles será alto.
No total, segundo a Agência Nacional de Telecomunicações, foram arrecadados R$ 2,9 bilhões, o que vai garantir investimentos de R$ 3 bilhões por ano em redes, ao longo dos 30 anos de contrato – valor bastante próximo dos fundos de telecom que, de janeiro a abril deste ano, já somaram R$ 3,7 bilhões e não estão sendo usados para os fins para os quais foram criados, segundo Carlos Duprat, diretor da SindiTelebrasil – Associação Brasileira de Telecomunicações.
O problema com esta arrecadação é que, devido ao alto investimento feito pelas operadoras, o consumidor final deve receber um preço elevado para ter uma conexão 4G. De acordo com estimativas do SindiTelebrasil, será, no mínimo, o dobro do valor cobrado pelo 3G atualmente. Sendo assim, se o governo manter sua rotina de não investir integralmente o dinheiro arrecadado na infraestrutura de telecom, os consumidores não receberão qualidade em troca.
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