Um grupo de estudantes franceses recebeu a tarefa de criar um supercarro elétrico que despertasse o mesmo fascínio que o já clássico Bugatti Veyron cria. O resultado foi o Bugatti Type Zero, com linhas que remetem ao histórico Bugatti Type 35 dos anos 1920.

Se no passado o Bugatti rodava por conta dos esforços de um enorme motor de oito cilindros em linha, o Type Zero sairia da imobilidade graças aos esforços de quatro motores elétricos, dois para cada eixo. Infelizmente, os projetistas se preocuparam mais com a estética e não detalharam a potência do motor e os números de aceleração e velocidade que o Type Zero atingiria.
A falta de detalhamento, porém, não quer dizer que faltou esmero na hora de pensar a tecnologia empregada no automóvel. Como você pode ver nas imagens, os painéis laterais do Type Zero expõem as baterias. De acordo com o projeto, elas seriam removíveis, como num laptop, e adotariam a inovadora tecnologia de lítio-ar. Esse tipo de bateria foi desenvolvido e anunciado pela IBM em 2012. Ao contrário das baterias tradicionais, nela o ar reage com o lítio, criando peróxido de lítio e eletricidade. Além de mais leve e menos tóxica, estima-se que poderia garantir autonomia de 800 km a carros elétricos.

Superesportivo, o Bugatti carrega também sistemas de recuperação de energia cinética nas frenagens e tem a carroceria moldada em fibra de carbono. No cockpit, o piloto tem a seu serviço um belo painel com tela de LCD para informá-lo sobre o desempenho do carro.

O Bugatti Type Zero é um exercício de design que se inspira livremente num dos símbolos da marca francesa, o Type 35. O carro histórico colecionou mais de 2 mil vitórias em apenas sete anos, numa época em que não havia Fórmula 1 e as corridas, normalmente, eram disputadas em rodovias por toda a Europa.
Via: Ubergizmo
10:20
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