segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Crysis 3

O primeiro suspiro da próxima geração arrancará seu fôlego

Tudo bem. O PlayStation 4 acabou de ser anunciado. E eu confesso que isso mexeu muito comigo. Mas, enquanto o novo console da Sony não chega, nós já podemos ter um vislumbre do que será a próxima geração. Como? Com Crysis 3, é claro.

A franquia sempre foi reconhecida por quebrar as barreiras em relação a gráficos, gerando aquela velha pergunta entre os PC gamers: “Seu PC roda Crysis?”. E, com Crysis 3, as coisas não são diferentes. Temos, sem dúvidas, os melhores gráficos já rodados em um PC (tá certo que você precisa de uma máquina da NASA para tirar total proveito do game, mas isso é outro assunto).


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Com o estardalhaço visual causado por Crysis, começa a surgir outra dúvida entre os jogadores: “Mas Crysis se resume apenas a belos gráficos?”. Antes de continuar, quero ressaltar que não estou cercado por amigos chatos e que não se contentam com absolutamente nada. Essas duas perguntas foram naturais, e a própria Crytek, responsável pelo desenvolvimento do título, se conscientizou disso.

Estava lançado o desafio: criar um jogo com gráficos sinistros e que, ao mesmo tempo, também fosse um jogo sinistro. Crysis 2 chegou, fez bem o seu papel, principalmente na parte gráfica (novamente deixando todos loucos). 

Agora, Crysis 3 surge com a dura missão de criar um game não só com visuais superiores, mas também com uma experiência definitiva para o gênero dos FPS. Será que teremos apenas fumaça e espelhos ou Crysis 3 também dá aula de como se fazer um jogo de tiro?

E o prêmio de melhor gráfico vai para...
Seria uma heresia começar esta análise falando de outra coisa, não é mesmo? Sim, Crysis 3 ainda é o suprassumo dos gráficos no entretenimento eletrônico. Antes mesmo de o jogo chegar às lojas, nós já sabíamos da ambição da Crytek, que trouxe técnicas de renderização nunca vistas e recursos gráficos que muitos nem imaginavam possíveis.
Tecnicamente, Crysis 3 é o modelo mais perto da perfeição. Como anuncia o título desta análise, o jogo é um vislumbre da próxima geração. A começar pelos efeitos de iluminação e de partículas, que já são jogados na cara do jogador no primeiro momento em que entramos em contato com o game. A chuva intensa que encharca o jogador parece se fundir com as ondas que também assolam as superfícies do navio. Tudo é realmente convincente.
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A ambientação de Crysis 3 é de cair o queixo. Além do exemplo citado anteriormente, uma noite de chuva pesada, temos também o outro extremo sendo representado muito bem. Para quem não sabe, no jogo, a cidade de Nova York já não existe mais, sendo dominada por uma densa floresta. E quem é fã da série notará que isso é exatamente o resultado de uma adição dos ambientes de Crysis com Crysis 2 (entenderam a dimensão da ambição da Crytek?)
Ao se deparar com a cidade pela primeira vez, você facilmente deixará seu amigo Psycho de lado para observar cada riquíssimo detalhe que compõe o que sobrou da metrópole. Mas, quando Psycho aparece novamente, o jogo surpreende ao mostrar que não liga somente para ambientação, mas também para a modelagem de cada personagem. É incrível.
Hora de apelar para o sentimental
Felizmente, outro aspecto bacana de Crysis 3 é a sua narrativa. Embora a história não seja das mais originais (organizações em busca do poder total, tretas com alienígenas), Crysis 3 se desenvolve de uma maneira muito bacana. O destaque vai para as dublagens, que conseguem fazer um trabalho excelente em termos de dramaticidade, dando o toque perfeito para cut scenes que já dispensam elogios pelos gráficos.
Além disso, seu companheiro Psycho, que teve sua Nanosuit retirada à força de seu corpo, é um show à parte. O fato de que Psycho agora é “apenas” um humano, ao contrário do protagonista, Prophet, que ainda conta com seu traje apelão, acaba gerando muitos conflitos que contribuem imensamente para que a trama se torne mais autêntica.
Não se mexe em armadura que está ganhando
Como se poderia esperar, a jogabilidade de Crysis 3 continua com a mesma fórmula de seu predecessor. A Nanosuit retorna com seus dois recursos essenciais: Cloak Mode e Armor Mode. O primeiro deixa você praticamente invisível, permitindo uma abordagem mais furtiva. Já o Armor Mode é para quem quer encarnar o Rambo, pois seu traje realmente se torna uma armadura, podendo aguentar mais pancadas.
Fora isso, temos o sistema de hacking, uma novidade da série. Com ele, você pode invadir os sistema de metralhadoras automáticas e de outros sistemas e fazer com que eles trabalhem ao seu favor.






Via: baixakijogos

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